Aviso: este artigo contém alguns erros. Foi feito em jorro para o blogue, e efectuei uma pequena revisão. À medida que escrevi, mais dúvidas me assolavam em cascata. Senti vontade de as esclarecer, de retocar a forma do texto, de acrescentar outros raciocínios, por isso, suspendi o trabalho para reler em soslaio as "sagradas escrituras" e a obra de Nietzsche, e fazer mais umas leituras de alguns autores. Logo que me sinta minimamente satisfeito, procedo às alterações devidas e faço uns acrescentamentos. Como o texto foi escrito directamente para o blogue, tornou-se maçudo revê-lo, são tantos os estímulos e a angústia das incertezas que vão depertando a nossa mente até à exaustão...Peço desculpa aos leitores. Até breve.
Houve quem dissesse que a decadência era " a perda de unidade", Husserl. Eu digo que a decadência é somente o falência ou insatisfação e frustração com um projecto. É a lucidez a imperar sobre o adormecimento.
Nada melhor que Sísifo para demonstrar a dimensão existencial humana: um colosso que esfria no alto da montanha, e taciturno, retoma a sua cíclica tarefa, com a mesma pedra, sempre a mesma pedra... indeterminavelmente. Camus foi sugestivo, ao nos apresentar esta entidade e acção mitológica para demonstrar o absurdo da vida humana. Não quero ajuizar, não quero tomar o raciocínio e explorar a minha opinião, quero tão só dizer que a decadência é uma lei natural, sem a conotação inconscientemente negativa que por vezes lhe atribuímos. A concepção negativa que entorna o conceito, é proveniente quiçá da forma absoluta com que nos vemos no mundo, fruto de um instinto inconsciente de protecção moral do nosso organismo. Para vivermos, precisamos sempre de um quê de dogmático e inconsciente, se me permitem aplicar uma ideia pessoana e reutilizar noutro contexto uma ideia apresentada no manual de introdução ao direito do Dr. José Pinto Bronze. E compreendo a necessidade de tal estado mental. Digo que é um estado, num sentido que tende a querer conservar-se, é como uma instituição, normalmente conservadora, desconfiada de inovações que possam esbater a sua razão de ser. Contudo, não é a nossa vida uma instituição culturalmente fabricada, socialmente orientada, uma dimensão cultural, institucional???
O conhecimento, como instituição, é por si conservador, porque o conhecimento é produto humano, e acompanha e reflecte o seu sentido vital. Uma sociedade jovem, é uma sociedade criativa, capaz de acompanhar os tempos, desde que sustentada com uma educação digna e flexível.
O sentimento, a emoção, são os condutores ascéticos da vida. Reflexo sintomático da vitalidade de um organismo, com eles, desde que conduzidos sobre-humanamente, a humanidade poderá aspirar à dignidade que lhe é devida. Quem os nega, quem os oculta, é rasteiro, um ser incapacitado e doente, quem os utiliza e molda apolineamente, atinge o cúmulo das graças representativas. Escrever, com uma férrea disciplina, retira o vitalismo. Seguir a linha associativa, é a espontaneidade do espírito a romper em cataclismo, expressão das altas profundidades humanas. Ouso declarar: as regras são institutos asfixiantes e pouco condutores. Necessitam de ser abanadas, ligeiramente repensadas e rompidas, às vezes, para que o ser se reveja, ou melhor, se posveja noutra realidade. Assim sendo, a decadência se espanta, estilhaçada, dá lugar a novas crianças, ingénuas, prontas a seguir tragicamente a escalada de Sísifo até ao cume das alturas.
A filosofia do século XIX foi riquíssima. Ainda hoje vivemos sobre a sua racionalidade, sobre as suas doutrinas. O século XX foi a adultez dessa fase preparatória. Matemática, técnica, arte e música, a Europa bafejou o seu génio, criado sobre as costas de antigas civilizações, graças à exploração que submeteu os outros povos à sua orientada corrupção, ao seu fôlego ganancioso de poder e grandeza. Continente limado de contradições irresolúveis, ao olhar do inconsciente lógico, que pensa que a realidade é vivificada por esquemas de raciocínio humano-simbólico, ergueram-se as verdadeiras consequências da Renascença europeia. Repito: europeia. Claro que quem vê contradições tem o espírito estreito, não compreende o processo mental que efectua: como as crianças atribuem os seus estados onírico-diurnos a bonecos sem vida, assim julgam a realidade do mesmo modo, tendo somente uma qualidade mais sofisticada de hermenêutica e dissimulação, e um quantitativo de consciência e factos superiormente. Até o próprio facto é um esquema matemático. Tem por base a descrição e uma causalidade espaço-temporal, assumindo como realidade, dogmaticamente aceitando a noção matemática, direi eu, a variável tempo, racionalização da realidade como um instrumento simbólico criado pela humanidade.
O que impera hoje, é o símbolo ocidental, a sua linguagem, os seus institutos, imposto belicamente, abstractamente, como superiores ao empírico, ao que provém dos sentidos. É a cultura cristianista, com prenúncios no platonismo que governa realmente as consciências. E o que é a consciência??? Um amontoado de traumas, de energias expansivas e retractivas, governando-se segundo regras que se energificam segundo as memórias que sobem e descem, segundo a predominância ou do medo ou do receio ou de nos expormos ao ridículo. Somos esse animal doméstico, aspirante à conquista do outro, com toda a brutalidade do nosso egoísmo, que, vejam!, não é uma coisa má. Quem atribui ao egoísmo uma conotação negativa, está somente a criticar a existência de um radicalismo egoístico, de poder superior expansivo, que ardeja integrar e ordenar as seus semelhantes aos seu conceito de bem, mal, de certeza, incerteza. Afinal de contas, não foi o direito criado para racionalizar essa energia atributiva que nos molda e caracteriza? Não pretende ele nos conceder regras para satisfazermos os nossos apetites seguindo dogmas, institutos criados que nos fornecem caminhos para obter os nossos propósitos??? É isto a vida humana, um conjunto de pequenas metas, fornecidas por institutos, para alcançarmos, e ter uma momentâneo gozo de superioridade sobre os nossos instintos. Afinal de contas, resume-se a uma vontade de poder, poder expansão das nossas conquistas, por conquista dos outros.
Retomando ao século XIX: não houve para mim pensador filosófico mais original que Nietzsche. É sem dúvida superior quanto à capacidade de interpretação da realidade humana. Nem Marx, ouso dizer, com todo o seu enciclopédico saber. Marx, sendo relevante a sua reflexão, muito superficialmente atingiu a visão correcta do homem do seu tempo. Trabalhou sobre mortas realidades, indicou juízos morais, noções e o condicionamento do espírito pela matéria, tornou pesado o seu trabalho, mas no fundo, com o seu saber académico, o que forneceu de criativo à humanidade??? O seu saber orientava-se tal como Nietzsche para a prática, contudo, o futuro, a realidade onde devemos expressar a nossa imagem, a nossa finalidade, pouco foi expôs. Somente umas quantas referências lógicas " ao fim do capitalismo" ou à "sociedade sem classes". No fundo, trabalhou sobre ideias, ideais, no céu, perto de Deus, das nuvens, talvez por isso tenha visto pouco os homens, coisa que acontece com o nosso Deus, parte sempre da terra para o céu, como se fosse o raciocínio indutivo, e não da montanhas para os rios, para as ninfas e os veados, buscando pelas cavernas, esse naturalismo que é a realidade humana. O Idealismo no fundo foi a perspectiva filosófica de Marx, o naturalismo a de Nietzche, mas não aquele seco naturalismo lógico de Darwin. Ele já se apercebido, o nosso pensador de bigode pomposo, que os fracos, que a fraqueza, é uma estratégia de guerra, que queria expandir-se e apoderar-se cinicamente do mundo. Neste sentido, ele realiza o espírito naturalista, expressando as suas conclusões, avessas ao niilismo cristista, com um estilo vigoroso, contagiante, porque incapacitado pelas suas enfermidade, talvez quisesse transmitir o que desejava ser pela força do seu tom oratório. E é naturalista porque, como convocou Gilles Deleuze, tratava-se de o filósofo-médico, que diagnosticava, como os escritores realistas e psicológicos franceses, Balzac, Flaubert, os sintomas doentios da cultura, da moral e apontar um caminho para os solucionar. Assim, nessa lógica, surge o Sobre-Homem ou Super-Homem, que não quer dizer mais que o novo homem, acima do homem construído com referência a uma idealização de uma Deus ausente e niilista, expressão de uma vontade decaída. Enquanto um viveu e tentei consvervadoramente, preservar e relançar institutos científicos, numa nova óptica, com alterações quantitativas, Nietzsche prossegue uma obra mais penosa, que é a reorganização, compreensão e relançamento da cultura ocidental, noutras linhas. O primeiro é reordena várias "filosofias", o segundo, procedendo de igual modo, busca ultrapassar a decadência com o elaboração de novas bases para o raciocínio humano, para outro entendimento, que desse abertura a um novo período de Sobre-Humanidade.
Podemos tirar a seguinte lição: o pessimismo actual reside no facto de tentarmos "vegetar" com base em ideias falidas, pouco mobilizadores de uma reconstrução civilizacional que necessitamos; que o pensamento judaico-cristão e greco-latino forneceu-nos os instrumentos institucionais para o desenvolvimento abstracto da humanidade, chegou a altura de pensarmos numa fase onde um novo tipo de cultura surja; o sentimento décadent provém da constatação que as expectativas que geramos com base num legado que nos foi transmitido faliu, continuarmos a viver das mesmas ideias projectivas, deveremos proceder a uma suspeita e metódica reflexão sobre o que somos, sobre a forma como nos desenvolvemos, sobre as ideias que sustentamos e que diariamente não questionamos; redesabsolutizar a mundividência que sustentamos, os ideais que nos orientam, demasiado neblusos , de maneira a estabelecermos uma projecto realista para a nossa cultura futura; reordenamento do mapa de funcionamento racional, investigativo; e se assim prodecedermos, poderá ser que reconstatemos a firmeza das nossas ideias ou o inverso, recomece um novo ciclo que nos leve ao reordenamento do nosso mapa simbólico-intelectual. A crise é aparência. Fixemos uma coisa: é o mais belo sentimento trágico que surge da percepção cognitiva que comummente atribuímos ao termo crise. A crise é simplesmente a constatação de uma realidade internamente superior às ilusões que obrigacionalmente arrastamos, para pautarmos pachorrentamente a nossa vida, com o mínimo de segurança. Ela nos dá azo a podermos proceder a um repensamento das nossas existências. E por isso, aproveitemos este nosso tempo para apresentarmos solidamente criativos projectos para nós e para a sociedade global que habitamos e somos.
O conhecimento, como instituição, é por si conservador, porque o conhecimento é produto humano, e acompanha e reflecte o seu sentido vital. Uma sociedade jovem, é uma sociedade criativa, capaz de acompanhar os tempos, desde que sustentada com uma educação digna e flexível.
O sentimento, a emoção, são os condutores ascéticos da vida. Reflexo sintomático da vitalidade de um organismo, com eles, desde que conduzidos sobre-humanamente, a humanidade poderá aspirar à dignidade que lhe é devida. Quem os nega, quem os oculta, é rasteiro, um ser incapacitado e doente, quem os utiliza e molda apolineamente, atinge o cúmulo das graças representativas. Escrever, com uma férrea disciplina, retira o vitalismo. Seguir a linha associativa, é a espontaneidade do espírito a romper em cataclismo, expressão das altas profundidades humanas. Ouso declarar: as regras são institutos asfixiantes e pouco condutores. Necessitam de ser abanadas, ligeiramente repensadas e rompidas, às vezes, para que o ser se reveja, ou melhor, se posveja noutra realidade. Assim sendo, a decadência se espanta, estilhaçada, dá lugar a novas crianças, ingénuas, prontas a seguir tragicamente a escalada de Sísifo até ao cume das alturas.
A filosofia do século XIX foi riquíssima. Ainda hoje vivemos sobre a sua racionalidade, sobre as suas doutrinas. O século XX foi a adultez dessa fase preparatória. Matemática, técnica, arte e música, a Europa bafejou o seu génio, criado sobre as costas de antigas civilizações, graças à exploração que submeteu os outros povos à sua orientada corrupção, ao seu fôlego ganancioso de poder e grandeza. Continente limado de contradições irresolúveis, ao olhar do inconsciente lógico, que pensa que a realidade é vivificada por esquemas de raciocínio humano-simbólico, ergueram-se as verdadeiras consequências da Renascença europeia. Repito: europeia. Claro que quem vê contradições tem o espírito estreito, não compreende o processo mental que efectua: como as crianças atribuem os seus estados onírico-diurnos a bonecos sem vida, assim julgam a realidade do mesmo modo, tendo somente uma qualidade mais sofisticada de hermenêutica e dissimulação, e um quantitativo de consciência e factos superiormente. Até o próprio facto é um esquema matemático. Tem por base a descrição e uma causalidade espaço-temporal, assumindo como realidade, dogmaticamente aceitando a noção matemática, direi eu, a variável tempo, racionalização da realidade como um instrumento simbólico criado pela humanidade.
O que impera hoje, é o símbolo ocidental, a sua linguagem, os seus institutos, imposto belicamente, abstractamente, como superiores ao empírico, ao que provém dos sentidos. É a cultura cristianista, com prenúncios no platonismo que governa realmente as consciências. E o que é a consciência??? Um amontoado de traumas, de energias expansivas e retractivas, governando-se segundo regras que se energificam segundo as memórias que sobem e descem, segundo a predominância ou do medo ou do receio ou de nos expormos ao ridículo. Somos esse animal doméstico, aspirante à conquista do outro, com toda a brutalidade do nosso egoísmo, que, vejam!, não é uma coisa má. Quem atribui ao egoísmo uma conotação negativa, está somente a criticar a existência de um radicalismo egoístico, de poder superior expansivo, que ardeja integrar e ordenar as seus semelhantes aos seu conceito de bem, mal, de certeza, incerteza. Afinal de contas, não foi o direito criado para racionalizar essa energia atributiva que nos molda e caracteriza? Não pretende ele nos conceder regras para satisfazermos os nossos apetites seguindo dogmas, institutos criados que nos fornecem caminhos para obter os nossos propósitos??? É isto a vida humana, um conjunto de pequenas metas, fornecidas por institutos, para alcançarmos, e ter uma momentâneo gozo de superioridade sobre os nossos instintos. Afinal de contas, resume-se a uma vontade de poder, poder expansão das nossas conquistas, por conquista dos outros.
Retomando ao século XIX: não houve para mim pensador filosófico mais original que Nietzsche. É sem dúvida superior quanto à capacidade de interpretação da realidade humana. Nem Marx, ouso dizer, com todo o seu enciclopédico saber. Marx, sendo relevante a sua reflexão, muito superficialmente atingiu a visão correcta do homem do seu tempo. Trabalhou sobre mortas realidades, indicou juízos morais, noções e o condicionamento do espírito pela matéria, tornou pesado o seu trabalho, mas no fundo, com o seu saber académico, o que forneceu de criativo à humanidade??? O seu saber orientava-se tal como Nietzsche para a prática, contudo, o futuro, a realidade onde devemos expressar a nossa imagem, a nossa finalidade, pouco foi expôs. Somente umas quantas referências lógicas " ao fim do capitalismo" ou à "sociedade sem classes". No fundo, trabalhou sobre ideias, ideais, no céu, perto de Deus, das nuvens, talvez por isso tenha visto pouco os homens, coisa que acontece com o nosso Deus, parte sempre da terra para o céu, como se fosse o raciocínio indutivo, e não da montanhas para os rios, para as ninfas e os veados, buscando pelas cavernas, esse naturalismo que é a realidade humana. O Idealismo no fundo foi a perspectiva filosófica de Marx, o naturalismo a de Nietzche, mas não aquele seco naturalismo lógico de Darwin. Ele já se apercebido, o nosso pensador de bigode pomposo, que os fracos, que a fraqueza, é uma estratégia de guerra, que queria expandir-se e apoderar-se cinicamente do mundo. Neste sentido, ele realiza o espírito naturalista, expressando as suas conclusões, avessas ao niilismo cristista, com um estilo vigoroso, contagiante, porque incapacitado pelas suas enfermidade, talvez quisesse transmitir o que desejava ser pela força do seu tom oratório. E é naturalista porque, como convocou Gilles Deleuze, tratava-se de o filósofo-médico, que diagnosticava, como os escritores realistas e psicológicos franceses, Balzac, Flaubert, os sintomas doentios da cultura, da moral e apontar um caminho para os solucionar. Assim, nessa lógica, surge o Sobre-Homem ou Super-Homem, que não quer dizer mais que o novo homem, acima do homem construído com referência a uma idealização de uma Deus ausente e niilista, expressão de uma vontade decaída. Enquanto um viveu e tentei consvervadoramente, preservar e relançar institutos científicos, numa nova óptica, com alterações quantitativas, Nietzsche prossegue uma obra mais penosa, que é a reorganização, compreensão e relançamento da cultura ocidental, noutras linhas. O primeiro é reordena várias "filosofias", o segundo, procedendo de igual modo, busca ultrapassar a decadência com o elaboração de novas bases para o raciocínio humano, para outro entendimento, que desse abertura a um novo período de Sobre-Humanidade.
Podemos tirar a seguinte lição: o pessimismo actual reside no facto de tentarmos "vegetar" com base em ideias falidas, pouco mobilizadores de uma reconstrução civilizacional que necessitamos; que o pensamento judaico-cristão e greco-latino forneceu-nos os instrumentos institucionais para o desenvolvimento abstracto da humanidade, chegou a altura de pensarmos numa fase onde um novo tipo de cultura surja; o sentimento décadent provém da constatação que as expectativas que geramos com base num legado que nos foi transmitido faliu, continuarmos a viver das mesmas ideias projectivas, deveremos proceder a uma suspeita e metódica reflexão sobre o que somos, sobre a forma como nos desenvolvemos, sobre as ideias que sustentamos e que diariamente não questionamos; redesabsolutizar a mundividência que sustentamos, os ideais que nos orientam, demasiado neblusos , de maneira a estabelecermos uma projecto realista para a nossa cultura futura; reordenamento do mapa de funcionamento racional, investigativo; e se assim prodecedermos, poderá ser que reconstatemos a firmeza das nossas ideias ou o inverso, recomece um novo ciclo que nos leve ao reordenamento do nosso mapa simbólico-intelectual. A crise é aparência. Fixemos uma coisa: é o mais belo sentimento trágico que surge da percepção cognitiva que comummente atribuímos ao termo crise. A crise é simplesmente a constatação de uma realidade internamente superior às ilusões que obrigacionalmente arrastamos, para pautarmos pachorrentamente a nossa vida, com o mínimo de segurança. Ela nos dá azo a podermos proceder a um repensamento das nossas existências. E por isso, aproveitemos este nosso tempo para apresentarmos solidamente criativos projectos para nós e para a sociedade global que habitamos e somos.

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