quinta-feira, 26 de junho de 2008
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 21:02 1 comentários
JUSTIÇA AGREDIDA
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 20:52 2 comentários
LIVRO DO DESASSOSSEGO
Onde está Deus, mesmo que não exista? Quero rezar e chorar, arrepender-me de crimes que não cometi, gozar ser perdoado como uma carícia não propriamente materna.
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O DEALBAR DO MILÉNIO
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 04:56 0 comentários
BLOCK CITY
What are you able to build with your blocks?
Castles and palaces, temples and docks.
Rain may keep raining, and others go roam,
But I can be happy and building at home.
Let the sofa be mountains, the carpet be sea,
There I`ll establish a city for me:
A kirk and a mill and a palace beside,
And a harbour as well where my vessels may ride.
Great is the place with pillar and wall,
A sort of a tower on the top of it all,
And steps coming down in an orderly way
To where my toy vessels lie safe in the bay.
This one is sailing and that one is moored:
Hark to the song of the sailors on board!
And see on the steps of my place, the kings
Coming and going with presents and things!
Now I have done with it, down let it go!
All in a moment the town is laid low.
Block upon block lying scattered and free,
What is there off my town by the sea?
Yet as I saw it, I see it again,
The kirk and the palace, the ships and the men,
And as long I live, and where´er I may be,
I`ll always remember my town by the sea.
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 23:51 0 comentários
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NOITE DE SÃO JOÃO
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 17:35 0 comentários
Calma é que é preciso, nada de muito violento no domínio da palavra, lavrar o fresco ar que envolvido numa capa solar solta a alma numa viagem imprecisa pela memória. A abstenção e o domínio do presente, o reinado da moda e da sensação que todos tolhem nos seus peitos, um rabiosque bem musculado pelo tempero de um ginásio, e um ser que nos acompanhe ou sossegadamente gesticule o rosto em sinal de apreciação e concordância... que haverá de mais simples e normal do que isto??? O que nos caracterizará mais banalmente do que estes pequenos pormenores que correm por toda a existência como o vento que busca em Espinho afastar a clientela??? O que será a definição empobrecedora que nos fita e evidencia perante um mundo de areia vespertina, e um encanto de refresco na praia nocturna onde cada um de nós caminha como Imperador??? Haverá noção exacta de que a certeza é o fundo estagnado do lago que vive nos nossos peitos adormecidos???
Não há uma resposta concreta em moldes estandardizados como o que a Globalização tenta imprimir, certamente nos recordaremos de Sísifo, ou da árdua tarefa do marinheiro que cruza o globo num oceano variável em busca de um porto, mas neste caso sem uma técnica precisa, dogmática e segura. Bem, sempre podemos pedir ao Governo que emita uma decisão de criação de um seguro para nos proteger das incertezas da vida, com uma cuequinha feminina e um lenço rendado por nossas mãe.
Mesmo assim, vive sempre, e ao lado de uma praia um qualquer fosso sem-grande-sentido-diurno, e o ponto talvez globalmente se caracterize no nosso olhar. Não tem sentido o que digo??? Bem, nem sempre as coisas são perceptíveis, e como pretendemos habitar no facilitismo, eu tento remendar as vestes rotas do nosso traje social. Mas digo-vos sinceramente, deveria estar num ginásio a emagrecer, e correr vivamente em busca das maravilhas húmidas que as mulher nos oferecem, levar na mão um montão de rosas salpicadas de grandes mentiras, e imbecilmente ser o Imperador da Ilusão, numa palácio sempre modernizado pelas moditas interiores, e um misto de sensibilidade, de ingenuidade e uma lado sacanalmente bruto, aí estaria o sucesso garantido.
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
PS: É de referir que uma coisa é o Pacto de Estabilidade e Crescimento e as obrigações que daí discorrem, outra a Alta Autoridade Monetária, O Banco Central Europeu, que insere-se no Sistema Europeu de Bancos Centrais, como organismo coordenador.
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COMISSÃO EUROPEIA
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 14:29 0 comentários
Seguidamente veremos as competências e o relevo funcional do Conselho e Conselho Europeu.
Conselho : Encontra-se sediado em Bruxelas, realizando reuniões também no Luxemburgo, cabendo-lhe assegurar a coordenação das políticas económicas gerais dos Estados-Membros.
A sua acção é a articulado com a Comissão e PE , dispondo de poderes normativos. Ele formula propostas de directiva e regulamento com o PE ( a consulta deste órgão é obrigatória). A aprovação de grande parte das propostas é por maioria qualificada, sendo as matérias mais relevantes por unanimidade. A presidência deste órgão é rotativa, por 6 meses, sendo exercida pelos diversos Estados-Membros. Há que dizer que o Conselho é representado a nível ministerial, conforme a matéria sobre que pondere, sendo vinculativa a sua decisão. É também dinamizador da cooperação intergovernamental em pilares não comunitários.
Conselho Europeu: inicialmente não pertencendo aos órgãos de CE, foi-se paulatinamente imposto como organismo de cooperação política, sendo responsável pelas orientações políticas gerais e o desenvolvimento da própria União Europeia. Reúne ordinariamente 3 vezes ao ano, gerindo a União Económica e Monetária. É composto pelos Chefes de Governo dos diferentes Estados e pelo Chefe de Estado( na França é o Presidente em consequência do seu regime presidencialista (1) ).
(1) Para informações referentes ao sistema constitucional francês, à caracterização sistematizada da sua evolução, recomenda-se a leitura do Tomo I , Manual de Direito Constitucional, Preliminares O Estado e os Sistemas Constitucionais. Lá encontrará regências bibliográficas.
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Publicada por Carlos Vinagre à(s) 13:10 0 comentários
ORGÃOS POLÍTICOS
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 12:17 0 comentários
Cumprindo o solidário dever de esclarecer os cidadãos à cerca da caracterização do processo evolutivo da Comunidade Europeia e os seus diversos tratados instituidores e reformadores, bem como o desenvolvimento do direito europeu e comunitário, e tendo consciência da dificuldade de sistematização e do controvertido tema que é a caracterização do mesmo direito, das suas organizações, do seu modo de funcionamento, e tendo em conta a riqueza, a diversidade e as divergências até doutrinais na sua conceptualização, tentarei o mais fielmente e resumidamente dar conta do que anteriormente expus. Espero ser capaz de o fazer, e se qualquer ponto estiver menos claro, apelo ao vosso espírito crítico e a possíveis sugestões. Estou igualmente disponível para clarificar dúvidas.
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 12:15 0 comentários
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 03:35 0 comentários
terça-feira, 17 de junho de 2008
MAL-FICA
Benfica coloca acção contra Federação, e considera que o Porto ainda pode ser afastado da competição.
É bem evidente o interesse do Benfica. Protesto pela desonestidade desta tomada de decisão, pressionativa, onde a questão económica sobreposiciona-se à questão mais veemente para o Benfica: uma boa gestão, competente, eficiente, e aposta verdadeira no futuro. É muito fácil arranjar simples factores para explicar o insucesso, o mais difícil é admitir os erros, condenar o caminho do facilitismo e erguer uma posição construtivista.
BENFIQUISTAS, NÃO VOS DEIXEIS ENGANAR PELA MEDIOCRIDADE QUE VOS GERE, SEJAM EXIGENTES E TEREIS SUCESSO!!!
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 23:55 0 comentários
TRATADO DE LISBOA
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 04:11 0 comentários
segunda-feira, 16 de junho de 2008
"ESPÍRITO SANTO"
Sentado na poltrona, olho com agrado a subida da taxa de juro de referência. Nesse momento de volúpia, olho com orgulho para o esclarecimento dos nossos dirigentes excelsos, abismo-me no sonho de um Federalismo europeu, honro a moeda única, e como aquela antiga música popular, digo: "ECU que eu quero!!!"
Depois, começo peliculamente a meditar na comum pessoa, naquele que trabalha para ter uns quantos tostões, e como que a imaginar o seu mecanismo cognitivo associativo. Aí reparo, e vejo como uma lanterna a razão da inexistência de um referendo ao Tratado de Lisboa, aqui, no país de Lisboa. Afinal, os nossos políticos sempre olham futuramente, sempre são de uma consciência pesadamente escrupulosa, e antecipando como que tocados por um ente divino a inflação, a subida da taxa de referência de juro, o choque petrolífero, souberam responder da forma mais leal ao bem público e à "Europa dos cidadãos": ratificando pela via parlamentar o Tratado Sócrates. Ups, enganei-me, Tratado de Lisboa. Um erro inconsciente!!!
É que com a crise da cerâmica, com as deslocalizações, com a perda de poder de compra, com a inflação, com a tributação excessiva do Estado, com a falta de qualificação dos recursos humanos, seria de prever um erro incalculável para os destinos federativos europeístas: o Zé Povinho iria confundir tudo, chumbar o Tratado, por efeito dos opotunistas nacionalistas e anti-capitalistas, e culpabilizar a União Europeia que em nada é responsável pelo baixo da produtividade nacional( o português é por natureza malandro! ), o pouco crescicento do PIB, o sobreendividamento familiar( além de malandros são gastadores, impossível!!! ) , portanto, não podemos ser injustos e , por isso, as classes dirigente porque mais esclarecidas e legalmente legítimas, têm o título de ratificar o Tratado, sob pena de comprometer o sucesso do nosso modelo de desenvolvimento.
O que era necessário, era tirar mais o Estado da vida económica, reduzir a despesa, com efeito sobre a tributação, deixar os sujeitos empresariais agirem naturalmente, com o esclarecimento de uma "mão invisível" , que racionalmente iriam promover o bem público, criariam emprego, sustentariam o crecimento económico e consequentemente a subida do consumo interno estimularia o crescimento do PIB, que aliado ao estímulo das exportações, e ao "aforro pessoal" através do aumento do lucro, ultrapassaríamos esta crise tão nefasta. E para adicionar outro efeito, o mercado nunca sofreria um impacto negativo, pois naturalmente iria tender para a hamonia de interesses, o equilíbrio, nunca havendo estagnação ou recessão.
Depois de tudo dito, é naturalmente compreensível o pessimismo do povo português em relação à União Europeia, e penso que ultimamente a Autoridade que mais tem contribuído para a acentuação do descrédito, tem sido o Banco Central Europeu com o seu dogmatismo Monetarista a aliar-se ao crescente Neoliberalismo que emerge difusamente no nosso "Velho continental". É caso para perguntar como Lenine: "O que fazer"???
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 20:17 0 comentários
"O REI-SOL"
PÚBLICO
Caros leitores, inicio a minha crítica semanal ou diária, conforme as exigências da realidade, à performance da imprensa. Utilizarei como exemplo o Público, não quero com isto desvalorizar a qualidade informativa deste jornal, antes apontá-lo a exemplo de um uso , a meu ver injusto, na publicação noticiosa.
Hoje deparei-me, coisa que deve ser comum a qualquer usual leitor de jornais, com um balofo tratamento da selecção e do Euro nas páginas iniciais. Além da fotografia da página inicial do jornal ser o Scolari com os dedinhos ligeiramente colocados sob a sua boquita, suavemente acarinhando as suas narinas, o Público destinou dez páginas ao tratamento do Euro 2008, deixando umas míseras quatro páginas para as outras modalidades, é caso para dizer que Derporto igual a Futebol, no nosso país.
Claro que vivemos uma situação de excepção, um evento de mediatismo mundial, com principal foco na Europa, mas acaso não será exagerado este exclusivismo do "Desporto-Rei"? A meu ver, parece que vivemos numa nova Era de um "Rei-Sol", neste caso não sendo propriamente uma pessoa que é o soberana, una e indivisível, mas um conjunto de colectivos que se entrechocam pela disputa e controlo de uma bolita, na finalidade de a colocar numa baliza.
Os Jogos Olímpicos aproximam-se, no passado dia 13 de Junho comemorou-se o centésimo vigésimo ano do nascimento do poeta Fernando Pessoa, e o que a Imprensa fez até agora??? Mostrar a roupa íntima da selecção, tocar no nome do poeta com pachorrice, e falar do "Filipão" e das lágrimas que já se vertem pela sua ida para o grande Chelsea!!! Ai, Portugal, se os teus "hereges avós" vivessem, davam-te um açoite até aprenderes as regras da boa educação!!! Mas não nos preocupemos demasiado, a populaça até está a achar graça, portanto, deixemos rolar a bola até " Nosso senhor permitir"!!!
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 19:40 0 comentários
PÚBLICO: Segunda-feira, 16 de Junho de 2008
Le Monde
"Suiça sai honrada da prova"
"A Suíça foi eliminada, mas salvou a face com uma bela vitória. E, no final, todos tiraram o chapéu ao seleccionador Kobi Kunh. Os suíços conseguiram dobrar a equipa portuguesa, que com o passar do tempo mostrou menos agressividade. Yakin bateu Ricardo e, mais tarde, fez o seu segundo golo da noite ao converter um penálti sobre Barnetta. Para gáudio do público suíço que viu, enfim, a sua selecção vencer."
EL PAIS
"Suíça despede-se com uma alegria"
"O anfitrião logrou a sua única vitória às custas de um Portugal maquilhado em excesso e apenas com jogo pelas alas. Um par de golos com sabor doce honrou a Suíça. Desterrado o anfitrião e apurado Portugal, o duelo amoleceu a tensão que a competição exige, por mais que os extremos portugueses tentassem animar o jogo de uma equipa que se passeou pelo Euro."
THE TIMES
" Abromovich aparece para pôr pressão sobre Scolari"
" Scolari julga que pode conseguir apenas concentrar-se apenas no Europeu nas próximas semanas antes de vir para Inglaterra. Em nenhum outro lugar tal ingenuidade foi tão cruelmente punida. No caminho para a conquista do título, que a derrota de ontem não belisca, a presença do Chelsea foi por demais evidente na noite de ontem em Basileia. Todos os passos de Scolari estão a ser analisados."
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 18:17 0 comentários
MANIFESTO
É o tempo de noção descontruinte e instituinte do que de exagerado vive de humanamente existente.
Aurora é a húmida canção do poente que esboça um rosto amargo e uma desconfiança diante da vida.
Um canto onde a juventude ferida, de punho desleixado, sopra o verde do seu espírito e bordeja os encantos de um jardim trabalhando.
É talvez o que de supremo e sempiterno cobre desconsoladamente as angústias que habitam nas manhas desconstituintes, e um vento quebrado agita as escassas noções do vazio.
Mas o vazio não condena à riqueza, e no porto do Oriente nada é tão palpitante como o tremor das nossas almas representativas.
Aurora, oração, Aurora, coração, Aurora, futuro multiforma colorido sem um tom musicalmente patético, e para o distante que sempre viveu nos restos de neurónios que pensamos, um tanto de ardor musica, e musica de fronte do espelho quebrado....o barco há-de partir!!!!
Aurora, sim, Aurora, o que queremos é aurorar sem a retórica convencional, sem a secura do deserto, e com o frio ensolarado nas manchas da nossa dor, seremos qualquer coisa, seremos, e é dever ser-se o que não se tem a certeza, mas a certeza ao ser-se talvez nos leve a ser qualquer vaga esperança do horizonte.
Assim se faça jus à Aurora, se busque imprecisamente o que semelhe-se, e que um lago lance a sua imagem no nosso ardente desejo de reter o que não sabemos bem.
Para fora do barco tudo o que não corresponda ao rigor problemático da sapiência!!!
Porque a sapiência vive das quebras de madeira pelo lenhador e não de um sólido mármore.E talvez a bondade não seja tão maldade como a tísica afirmação da valoração rabanhista...
Aurora, da destreza, Aurora da Democracia "Pós-Moderna"; abramos a verdadeira contemporaneidade e que o século vinte se abra verdadeiramente no lago fresco da manhã nevoenta.
Espessa, incolor de azedume??? A Aurora não sabe ser assim como o taberneiro da esquina.
Porque ela já vive na esquina, porque ela sabe o que corre pela citadina existência. E talvez um dia alcancemos o sol acolhedor dos nossos propósitos.
Seja bem vindo!!!
Publicada por Carlos Vinagre à(s) 16:56 0 comentários


















