domingo, 30 de novembro de 2008

Country full of Shit to Hell

Querem saber Como este País desceu tanto até esta miséria que parece enterrar-se cada vez mais no lodo e não deslumbra uma réstia de luz para se salvar, aqui vai:
Quem foi o principal culpado pelo desterro desse grande homem que foi Marcelo Caetano? Quem matou Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa? Quem foi o culpado pelo escândalo monetário em que ficou a Casa da Música? Quem foi o culpado da inflação na Ponte Vasco Da Gama? Quem foi o culpado dos desvios da Expô 98? Quem foi o culpado do desfalque na Câmara de Lisboa e posteriormente do seu incêndio? Quem foi o culpado pelo desfalque na Cruz Vermelha? Quem foi o culpado do escândalo de Macau? Quem foi o culpado pelo fenomenal roubo no BPN? Quem foi o culpado por fazer desaparecer esses 700 milhões de euros? Quem foi o culpado dos salários exorbitantes dos políticos? Quem foi o culpado pelo descalabro do Banco de Portugal e do seu Presidente ter um vencimento muito superior ao Presidente do Banco dos Estados Unidos da América? Quem foi o culpado de ceder tanto poder aos Presidentes de Câmaras e Juntas de Freguesia? Quem foi o culpado dos Políticos se tornarem nos novos ricos? Quem foi o culpado de premiar a incompetência com cargos remunerados a peso de oiro no estrangeiro a pessoas que deixaram isto num pântano (utilizando as suas palavras)e a outras que pura e simplesmente fugiram abandonando tudo e todos a este descalabro causado em parte também por si mesmo?
Como podem ver a culpa não morre solteira nem é da Função Pública, não arranjem bodes expiatórios para papalvo e incautos porque nem todos são assim e ainda existem pessoas atentas ao que as rodeia.
Estamos todos no mesmo barco a caminho do Inferno e só se salva quem lutar, lutem pelo futuro dos vossos filhos que se vislumbra bem negro, isto porquê? Porque não há Justiça, Ensino nem Saúde, precisamente por esta ordem, e onde esses três predicados não funcionam é somente a Country full of Shit to Hell.

sábado, 29 de novembro de 2008

Filo-Café: Fecundação e Alívio

Durante a minha permanência no dito cujo pude constatar um caso que me deixou perplexo quanto à sua essência e conteúdo. Às páginas tantas um indivíduo de elevada capacidade intelectual (capacidade essa que não se põem em causa, vindo de quem vem) eleva a sua voz clamando que não existem seres humanos mas sim o Pedro, o João, o Zé, etc. Não posso deixar de dizer aqui neste blogue a minha opinião quanto a essa afirmação. Meus amigos, eu pergunto, se não fossemos baptizados nem nos dessem um nome no registo, o que seriamos? Uma massa de carne e ossos repleta de matéria líquida? Com ou sem alma? (ou espírito, como lhe quiserem chamar). Sendo assim teríamos de lhe dar um nome, porventura Ser Humano. Isto é, antes de sermos o João, o Pedro, o Zé, etc, somos primeiro Seres Humanos, nome esse institucionalizado por alguém para esse efeito, mas se não fosse esse teria de ser outro, procul is vadum? A conclusão que se tira deste contexto é que a inteligência é relativa e que da mente mais pequena e insignificante pode sair um pensamento elevado e da mente mais erudita e complexa pode sair um pensamento impróprio de quem tem esse valor diagnosticado.

Quanto à Fecundação e Alívio também quero dizer que pode haver Alívio sem Fecundação mas não pode haver Fecundação sem Alívio. Alívio existe sempre, mesmo com Fecundação. Se a meta for a Fecundação e for alcançada com êxito, existe um Alívio pleno de euforia, se a Fecundação não for alcançada com êxito, existe Alívio do acto consumado, o que é sempre bom. Num sentido ainda mais lato Alívio existe sempre até na morte, todos temos de morrer! est non? Nesse caso esse momento poderá se tornar num Alívio.

sábado, 22 de novembro de 2008

Existem verdades ainda mais inconvenientes que as do Al Gore

Zeitgeist

Convém ver sempre com algum distanciamento este documentário. No entanto existe muita coisa que nos deixa a pensar.

Uma questão de mentalidade.

Portugal, um país na cauda da Europa como todos nós sabemos e (alguns) orgulhosamente fazem sempre questão de referir continua a ser o local internacional do “comodismo” e do “deixa andar”.
Criticas surgem de todo o lado: ou é o governo, ou são os EUA ou é a UE mas, ao que parece, nós mesmos nunca somos culpados de nada. Passamos o tempo todo a dizer que o país está em crise, que a saúde está mal assim como a educação e, a bem dizer, todas as outras áreas no entanto não mexemos uma palha para mudar algo. Raros são os casos de cidadãos portugueses com uma cidadania activa, lamentavelmente esta é a realidade. Está provado que não são os governos que mudam o país, são os cidadãos do mesmo. Hoje, mais que nunca, é importante existir uma mobilização social no sentido de abanar os alicerces do comodismo e da “tuguisse” tipicamente portugueses. Desde que nasci ouço dizer que estamos em crise e que “isto vai piorar!” no entanto não é bem isso que tem acontecido, julgo que apesar de estarmos na cauda da Europa estamos muito melhor que por exemplo na década de 90 ou 80. Realisticamente falando no nosso país, nunca se viveu tão bem como agora e a história prova que conforme os tempos avançam a população vai progressivamente aumentando a sua qualidade de vida. Aqueles que pintam um cenário catastrófico para Portugal são tão irresponsáveis como aqueles que dizem que “A crise terminou” (grande Manuel Pinho). Portugal não está bem é certo mas, verdade seja dita, nunca esteve tão bem como agora. Somos um país com injustiças sociais, com uma disparidade enorme entre ricos e pobres e, acima de tudo com uma mentalidade, ou mentalidadezinha, que fica muitíssimo aquém dos nossos pares europeus. Somos um país sem identidade no qual milhares de pessoas para dizerem que pertencem a algo colocam bandeiras nas varandas em tempos de campeonatos europeus e mundiais. A sociologia prova que em tempos de crise a população de um determinado país tenta exortar o seu espírito nacionalista mas, esse mesmo espírito, muitas vezes é totalmente antagónico a esse mesmo sentimento. Não sabemos quem somos nem o que queremos, estamos perdidos num imenso mar de incertezas à espera de um D. Sebastião que venha salvar este triste povinho.
Portugal já não é um país, por enquanto é uma unidade política apenas. A nossa mentalidade já não é trabalhar em prol do país mas sim trabalhar para sobreviver durante o mês.

"Não é uma demonstração de saúde estar adaptado a uma sociedade profundamente doente."

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Mete nojo o mundo humano onde habitamos. Mete nojo o cinismo que o alimenta, e poucos devem crer na bondade natural do ser humano, o atomismo é o resultado de uma sociedade frustrada e triste. Dói-me a alma em farrapos.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Coisas

Penso que o Sebastião tem razão nas críticas que aponta. De facto, este país está completamente desmoralizado, instável e sem sentido. Necessita de uma golfada de ar fresco, que deveria ser espalhada pela juventude. Infelizmente, esse estrato etário, está de tal forma minado e corrompido pela sociedade de consumo, que por momentos, é difícil esperar louváveis actos da sua parte, tirando umas quantas intervenções.
O mundo académico??? Não sei onde ele anda, vejo-o atolhado de tantos trabalhos, rabo de bolonha, caneta de bolonha, pente de bolonha e sala com o estandarte de Bolonha e o Senhor Mariano Gago. Não nos esqueçamos também do sorriso estridente da Ministra da educação, que não é superior, mas rasteja pelo submundo. Uma coisa é certa: com tamanha reforma da educação, pelo menos os púberes continuam ainda mais inteligentes que alguns homens de estado que por estas terras roncam, ainda não é mau.
Eu continuo a pensar que o Alberto João Jardim deveria candidatar-se a primeiro-ministro. Uma plantação de bananas iria trazer um montão de valor para o sector primário, nem que fosse chupas de banana, e se fossem como as da Colômbia, ainda melhor.
Brincadeiras de lado, seriedade na mesa, tenho pena, dó deste país. O Governo perdeu a cabeça no troço ferroviário de alta-velocidade, o Mário Lino só vê o Magalhães à frente, ainda não se adaptou às novas tecnologias, o Sócrates tira o seu Doutoramente em ciências da publicidade e marketing, e a Manuela Ferreira Leite acabou o Dossiê do silêncio, está de novo na vida activa, tudo porque o Santana Lopes ainda acredita no seu futuro político. O povo português deveria olhar para este exemplo, talvez se divorciasse de um certo tipo de Cinha Jardim que vive nas suas casas. Espero que comece a haver uma playboy com deputadas, políticas e modelos portuguesas.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Mundo Decadente

Meus amigos tenho lido aqui algumas crónicas bastante interessantes e não podia deixar de escrever sobre a hipocrisia que crassa no nosso imenso planeta e mais propriamente nesta pequena banheira poluída que é o nosso País. Hão-de reparar que até os seres mais abjectos quando interrogados sobre as suas ignóbeis acções batem logo no peito e nomeiam Cristo como salvaguarda de uma podre afirmação, toda ela corruída pela maldade. Chegam ao ponto de se vangloriarem que falam com Cristo, escrevendo livros e livros sobre tamanha charlatanice, dizendo que ele está triste ao ver a violência dos nossos noticiários. Será que só vê os nossos, o Mundo é assim tão pequeno e a ignorância do nosso povo tão grande?.
O que quis dizer com isso foi que como essa senhora ganha dinheiro com a ignorância do nosso povo também os nossos Governantes governam precisamente com a mesma coisa, a Santa Ignorância. Apelam todos a Cristo sabendo perfeitamente que se o mesmo voltasse a este Planeta seria logo chacinado ou teria um acidente programado, mal começasse a pregar os valores que regem o ser humano. Um dos males deste País é precisamente esse, ou seja, fomentasse a ignorância ao máximo e não se mostra quem tem valor, assim os vermes que se encontram no Poder (seja de uma empresa, seja do País, ou de um lugar de destaque) continuam a enganar o povo dizendo que eles é que estão certos para esse lugar.
No dia 06Nov08 foi da parte da manhã ao programa do Goucha um indivíduo tipo zé cabra que diz ser o rei do karaoke e depois da sua deprimente actuação finalizou com um oubuá ao Goucha o que ele lhe perguntou o que era isso e o mesmo retrucou ser adeus em francês. O mais grave não foi isto mas sim e o da singela personagem ter agradecido ao senhor Júlio Magalhães o ter levado lá ao programa. Eu perguntou esse senhor Júlio Magalhães não é o escritor e salvo erro doutorado apresentador da Tv? Porquê não levou ao programa um escritor promissor em princípio de carreira, ou outro talento a despontar em qualquer tipo de arte, mas sim um tipo zé cabra que se descaíu a dizer quem lá o levou e originou um pequeno mal estar nos apresentadores?
O País está assim, uma latrina plena de hipocrisia onde a justiça, a saúde e o ensino não têm valor nenhum. Apelo à juventude académica que lute contra isto, porque senão o fim deste País está próximo.

domingo, 16 de novembro de 2008

Vitalino Canas
Deputado e porta-voz do PS

"Não são as manifestações de professores que vão alterar a política do Governo. Nem é pelo número de manifestações que o Governo e o PS tomam decisões. Em democracia governa-se de acordo com o programa eleitoral e os interesses do país. Este sistema de avaliação é fundamental para a educação. As manifestações devem ser um factor de ponderação para o Governo, mas não são um factor decisivo para a alteração das suas políticas."

Público

Que posso glosar??? É-me lícito perder o "escasso tempo" a ajuizar sobre baboseiras intelectuais??? Certamente que sim, Vitalino Canas é um verdadeiro estadista e intelctual que assombra qualquer mente mediana como a minha, das suas palavras só retiro lógica, coerência e um saber que me abana os intestinos, diante deste senhor, o país se verga como uma mulher que pobre monetariamente e um vício medonho..................... piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Desculpem, a Autoridade responsável pela fiscalização dos bons costumes, da qualidade informativa e pedagógica na televisão mandou excrementar a imoralidade que iria proferir. Peço desculpa aos leitores por tão infame conduta.

"Não são manifestações de professores que vão alterar a política do governo" : Leão, sempre muito rígido o Executivo, até o período eleitoral. Afinal de contas, temos de mostrar firmeza antes de ceder, para mostrar autoridade e que não governamos para o voto. Assim é que se fala!!!

"Nem é pelo número de manifestações que o Governo e o PS tomam decisões": Admite-se aqui que o
Parlamento, uma maioria, se confunde com o executivo. Verdadeira fiscalização não existe, só umas quantas retorices que mostram que não se governa para "eleições". Bravo, violação parcial e subtil do princípio de ficalização e de separação de poderes intrinsecamente, existe formalmente, juridicamente, materialmente o PS está sempre em acordo com o Executivo, tendo maioria absoluta, o Parlamento assegura uma competente "fiscalização" das acções e orientações governativas. Defeito de funcionamento, não teórico!!! Chama-se cordeirito disciplinar de voto!!! Bravo!!!

"Em Democracia governa-se de acordo com o programa eleitoral e os interesses do país" :

Gostaria de questionar ao Senhor Canas quais os interesses do país? Os da classe média? Do peixinho??? Ou do Bacalhau??? Ou das Vacas "engordadas" nos últimos anos.
Programa eleitoral??? Subtilmente, diz uma verdade, suei até encontrar alguma coisa real nas suas sapientes palavras, só que podia ter sido mais claro, menos difuso. Grande Leão!!! Gosto deste género de sacanagens!!!