sábado, 29 de novembro de 2008

Filo-Café: Fecundação e Alívio

Durante a minha permanência no dito cujo pude constatar um caso que me deixou perplexo quanto à sua essência e conteúdo. Às páginas tantas um indivíduo de elevada capacidade intelectual (capacidade essa que não se põem em causa, vindo de quem vem) eleva a sua voz clamando que não existem seres humanos mas sim o Pedro, o João, o Zé, etc. Não posso deixar de dizer aqui neste blogue a minha opinião quanto a essa afirmação. Meus amigos, eu pergunto, se não fossemos baptizados nem nos dessem um nome no registo, o que seriamos? Uma massa de carne e ossos repleta de matéria líquida? Com ou sem alma? (ou espírito, como lhe quiserem chamar). Sendo assim teríamos de lhe dar um nome, porventura Ser Humano. Isto é, antes de sermos o João, o Pedro, o Zé, etc, somos primeiro Seres Humanos, nome esse institucionalizado por alguém para esse efeito, mas se não fosse esse teria de ser outro, procul is vadum? A conclusão que se tira deste contexto é que a inteligência é relativa e que da mente mais pequena e insignificante pode sair um pensamento elevado e da mente mais erudita e complexa pode sair um pensamento impróprio de quem tem esse valor diagnosticado.

Quanto à Fecundação e Alívio também quero dizer que pode haver Alívio sem Fecundação mas não pode haver Fecundação sem Alívio. Alívio existe sempre, mesmo com Fecundação. Se a meta for a Fecundação e for alcançada com êxito, existe um Alívio pleno de euforia, se a Fecundação não for alcançada com êxito, existe Alívio do acto consumado, o que é sempre bom. Num sentido ainda mais lato Alívio existe sempre até na morte, todos temos de morrer! est non? Nesse caso esse momento poderá se tornar num Alívio.

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