Aurora é a euforia festiva da liberdade, é um encanto no extremo da existência.
É o tempo de noção descontruinte e instituinte do que de exagerado vive de humanamente existente.
Aurora é a húmida canção do poente que esboça um rosto amargo e uma desconfiança diante da vida.
Um canto onde a juventude ferida, de punho desleixado, sopra o verde do seu espírito e bordeja os encantos de um jardim trabalhando.
É talvez o que de supremo e sempiterno cobre desconsoladamente as angústias que habitam nas manhas desconstituintes, e um vento quebrado agita as escassas noções do vazio.
Mas o vazio não condena à riqueza, e no porto do Oriente nada é tão palpitante como o tremor das nossas almas representativas.
Aurora, oração, Aurora, coração, Aurora, futuro multiforma colorido sem um tom musicalmente patético, e para o distante que sempre viveu nos restos de neurónios que pensamos, um tanto de ardor musica, e musica de fronte do espelho quebrado....o barco há-de partir!!!!
Aurora, sim, Aurora, o que queremos é aurorar sem a retórica convencional, sem a secura do deserto, e com o frio ensolarado nas manchas da nossa dor, seremos qualquer coisa, seremos, e é dever ser-se o que não se tem a certeza, mas a certeza ao ser-se talvez nos leve a ser qualquer vaga esperança do horizonte.
Assim se faça jus à Aurora, se busque imprecisamente o que semelhe-se, e que um lago lance a sua imagem no nosso ardente desejo de reter o que não sabemos bem.
Para fora do barco tudo o que não corresponda ao rigor problemático da sapiência!!!
Porque a sapiência vive das quebras de madeira pelo lenhador e não de um sólido mármore.E talvez a bondade não seja tão maldade como a tísica afirmação da valoração rabanhista...
Aurora, da destreza, Aurora da Democracia "Pós-Moderna"; abramos a verdadeira contemporaneidade e que o século vinte se abra verdadeiramente no lago fresco da manhã nevoenta.
Espessa, incolor de azedume??? A Aurora não sabe ser assim como o taberneiro da esquina.
Porque ela já vive na esquina, porque ela sabe o que corre pela citadina existência. E talvez um dia alcancemos o sol acolhedor dos nossos propósitos.
Seja bem vindo!!!
É o tempo de noção descontruinte e instituinte do que de exagerado vive de humanamente existente.
Aurora é a húmida canção do poente que esboça um rosto amargo e uma desconfiança diante da vida.
Um canto onde a juventude ferida, de punho desleixado, sopra o verde do seu espírito e bordeja os encantos de um jardim trabalhando.
É talvez o que de supremo e sempiterno cobre desconsoladamente as angústias que habitam nas manhas desconstituintes, e um vento quebrado agita as escassas noções do vazio.
Mas o vazio não condena à riqueza, e no porto do Oriente nada é tão palpitante como o tremor das nossas almas representativas.
Aurora, oração, Aurora, coração, Aurora, futuro multiforma colorido sem um tom musicalmente patético, e para o distante que sempre viveu nos restos de neurónios que pensamos, um tanto de ardor musica, e musica de fronte do espelho quebrado....o barco há-de partir!!!!
Aurora, sim, Aurora, o que queremos é aurorar sem a retórica convencional, sem a secura do deserto, e com o frio ensolarado nas manchas da nossa dor, seremos qualquer coisa, seremos, e é dever ser-se o que não se tem a certeza, mas a certeza ao ser-se talvez nos leve a ser qualquer vaga esperança do horizonte.
Assim se faça jus à Aurora, se busque imprecisamente o que semelhe-se, e que um lago lance a sua imagem no nosso ardente desejo de reter o que não sabemos bem.
Para fora do barco tudo o que não corresponda ao rigor problemático da sapiência!!!
Porque a sapiência vive das quebras de madeira pelo lenhador e não de um sólido mármore.E talvez a bondade não seja tão maldade como a tísica afirmação da valoração rabanhista...
Aurora, da destreza, Aurora da Democracia "Pós-Moderna"; abramos a verdadeira contemporaneidade e que o século vinte se abra verdadeiramente no lago fresco da manhã nevoenta.
Espessa, incolor de azedume??? A Aurora não sabe ser assim como o taberneiro da esquina.
Porque ela já vive na esquina, porque ela sabe o que corre pela citadina existência. E talvez um dia alcancemos o sol acolhedor dos nossos propósitos.
Seja bem vindo!!!


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