Parecem animadores os resultados educacionais no nosso pequeno país. Parece que o actual executivo está a conseguir efectivar a Revolução da Educação. É só falar com um aluno do décimo segundo ano que observamos o potencial crítico-argumentativo, a argúcia do raciocínio e as competências analíticas para nos surpreendermos com o génio que está a produzir-se por cá.
Com a complexidade crescente que o sistema e os seus subsistemas emergentes e reorganizados através da Globalização, podemos reparar que o abrandamento da exigência educacional é um fenómeno de tudo necessário para o reforço dos nossos recursos humanos no mercado global. Assim, conseguiremos primar pela capacidade atractiva educacional e captar fundos de investimento externo. E para reforçar a argumentação, há que notar-se que assim os governos terão mais facilidade em administrar uma chusma de lesmas, e saíremos todos felizes deste processo Simplex que o país vive.
Promoção de mediocridade, exaltação do Ego, desautonomização do processo educativo, desleixamento avaliativo, congruência de notas, não prejudicação dos alunos, e o reinado das Estatísticas. Viva ao Portugal Impensante!!!


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