Os números hoje divulgados, infelizmente, não enganam: 81% (a esmagadora maioria) dos patrões portugueses só tem o 6º ano (ou menos) e apenas 9% frequentou a universidade.
Estas baixas qualificações ajudam a explicar a fragmentação do tecido empresarial português (divido por muitas Pequenas e Médias Empresas (PME)) e a razão pela qual este é resistente à mudança, às novas tecnologias e, por conseguinte, a incrementos de produtividade, fazendo jus ao comum de que Portugal é sempre dos últimos países europeus a importar as novidades.
Os números hoje divulgados adiantam mais: em %, os trabalhadores têm mais qualificações que os próprios patrões. 18% têm o ensino superior.
Estes números equivalem a uma evolução lenta num país que vive no mundo do Magalhães: pequenino e cheio de vaidade.
O programa das novas oportunidades é um importante passo para modificar estes números, mas o exemplo tem de vir de cima, pois há deputados, que em vez de se preocuparem em servir o país, estão em sobressalto com os fotógrafos de serviço no parlamento.
Fonte: Jornal I
Estas baixas qualificações ajudam a explicar a fragmentação do tecido empresarial português (divido por muitas Pequenas e Médias Empresas (PME)) e a razão pela qual este é resistente à mudança, às novas tecnologias e, por conseguinte, a incrementos de produtividade, fazendo jus ao comum de que Portugal é sempre dos últimos países europeus a importar as novidades.
Os números hoje divulgados adiantam mais: em %, os trabalhadores têm mais qualificações que os próprios patrões. 18% têm o ensino superior.
Estes números equivalem a uma evolução lenta num país que vive no mundo do Magalhães: pequenino e cheio de vaidade.
O programa das novas oportunidades é um importante passo para modificar estes números, mas o exemplo tem de vir de cima, pois há deputados, que em vez de se preocuparem em servir o país, estão em sobressalto com os fotógrafos de serviço no parlamento.
Fonte: Jornal I

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