segunda-feira, 5 de abril de 2010

Mais um número para animar a malta

Quando se fala de crise, spreads, falências, bullying, etc, eis que surge mais um número no circo mediático para animar a malta: José Sócrates e as suas malandrisses.
Depois da polémica e caricata estória da sua licenciatura, surgem agora notícias de que José Sócrates andou a a assinar projectos quando não devia e se andou a portar mal, no âmbito da sua actividade profissional na CM Guarda.
Segundo o Público, Sócrates, "então deputado violou durante vários anos o regime de dedicação exclusiva de que beneficiou em São Bento", por ter assinado projectos, quando não podia. O chefe de governo defende-se dizendo que fora só para amigos e de borla.
Lá diz o povo: AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE.
O jornal vai mais longe, remexe no passado pessoal e profissional do Primeiro Ministro.
O Público especifica: Sócrates foi alvo "duas repreensões por unanimidade, ameaças de sanções legais e severas críticas dos serviços camarários" da Guarda, enquanto lá trabalhava.
Quem diria?
José Sócrates, PRIMEIRO MINISTRO, com aquele arzinho de menino de coro e de quem não parte um prato, afinal foi "afastado" por incompetência e desrespeito pelos colegas. 20 anos depois, pouca coisa mudou: a arrogância continua lá e o menosprezo pelos outros, idem. A única excepção deve ser daqueles que têm Magalhães no nome.
Seja como for, são demasiadas nuvens num passado que devia ser limpo, para uma personalidade que ocupa um cargo tão relevante no país. Mas, o que deve interessar é a sua competência como político e a sua preponderância, juntamente com a dos seus pares, no desenvolvimento e crescimento económico de Portugal. Essa sim, é a que me preocupa. O resto é número de circo...

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