As personalidades influentes mundiais foram discutindo o futuro do mundo e da sua economia. Durão Barroso, Gordon Brown, Ângela Merkel e Bill Gates já deram o seu contributo, acentuando todos a mesma tónica: a cooperação entre todos.
Durão Barroso, responsável máximo europeu (presidente da Comissão Europeia) tem uma frase que é bastante elucidativa: "Ou nadamos juntos, ou afundamos juntos". De facto vivemos numa era de globalização, em que há uma grande interdependência mundial, o que está à vista na extensão desta crise. Daí que os lideres europeus apelem ao trabalho conjunto e à paz entre todos os povos na resolução de problemas que atingem todos. As suas intervenções também ficaram marcadas pelas inevitáveis críticas à regulação deficiente do mercado financeiro.
Barroso aproveitou também para apelar à coesão europeia no sentido de haver mais coordenação, mas este é e será sempre um desafio difícil de ultrapassar, apesar de desta vez, o mal ser geral. O problema passa pela heterogeneidade dos diferentes países europeus. A situação económica entre eles é diferente, há uns piores que outros e há medidas que agradam mais uns que aos restantes, sendo muito difícil arranjar consenso. Brown, por seu lado, tornou a apelar à inter ajuda mundial. Bill Gates, o homem mais rico do mundo, não acrescentou nada de novo, pedindo para que as ajudas aos países em desenvolvimento não parem. Já Ângela Merkel defende a criação de um Conselho Económico no seio da ONU, para uma melhor coordenação entre os países e mais e melhor regulação.
No entanto, o tema mais discutido nas últimas horas do encontro foi a evitação de medidas proteccionistas, que já foram implantadas por algumas economias: indiana, russa e europeia. Essas medidas visam restringir o volume de importações, protegendo a produção e emprego no país e passam pelo agravamento de tarifas, restrições quantitativas ou subsídios e não são consensuais entre as nações. Para as economias em desenvolvimento, muito dependentes do exterior podem ser prejudiciais.
Em 2001, assinou-se, em Doha, um acordo, no âmbito da OMC que previa, em termos gerais, a liberalização das trocas, muito favorável às economias subdesenvolvidas que viam as fronteiras dos países do Norte abertas às suas mercadorias. Do dizer ao fazer vai uma grande distância e oito anos depois o processo está muito atrasado. Ora, esta reunião serviu para trazer o assunto, muito reivindicado, para cima de mesa e tornamos a ouvir promessas, que não devem passar disso, de evitação de politicas proteccionistas, mas a verdade é que estas já começaram a ser tomadas...
Outros temas foram discutidos, tais como a falta de água potável a longo prazo, as mudanças climáticas ou a luta contra doenças como a malária.
Contudo, nem tudo correu bem neste Fórum, houve uma discussão acalorada entre os lideres da Turquia e Israel, o que vem provar que não há paz duradoura no Mundo, principalmente no que toca a questões delicadas como a vivida no Médio Oriente.
Durão Barroso, responsável máximo europeu (presidente da Comissão Europeia) tem uma frase que é bastante elucidativa: "Ou nadamos juntos, ou afundamos juntos". De facto vivemos numa era de globalização, em que há uma grande interdependência mundial, o que está à vista na extensão desta crise. Daí que os lideres europeus apelem ao trabalho conjunto e à paz entre todos os povos na resolução de problemas que atingem todos. As suas intervenções também ficaram marcadas pelas inevitáveis críticas à regulação deficiente do mercado financeiro.
Barroso aproveitou também para apelar à coesão europeia no sentido de haver mais coordenação, mas este é e será sempre um desafio difícil de ultrapassar, apesar de desta vez, o mal ser geral. O problema passa pela heterogeneidade dos diferentes países europeus. A situação económica entre eles é diferente, há uns piores que outros e há medidas que agradam mais uns que aos restantes, sendo muito difícil arranjar consenso. Brown, por seu lado, tornou a apelar à inter ajuda mundial. Bill Gates, o homem mais rico do mundo, não acrescentou nada de novo, pedindo para que as ajudas aos países em desenvolvimento não parem. Já Ângela Merkel defende a criação de um Conselho Económico no seio da ONU, para uma melhor coordenação entre os países e mais e melhor regulação.
No entanto, o tema mais discutido nas últimas horas do encontro foi a evitação de medidas proteccionistas, que já foram implantadas por algumas economias: indiana, russa e europeia. Essas medidas visam restringir o volume de importações, protegendo a produção e emprego no país e passam pelo agravamento de tarifas, restrições quantitativas ou subsídios e não são consensuais entre as nações. Para as economias em desenvolvimento, muito dependentes do exterior podem ser prejudiciais.
Em 2001, assinou-se, em Doha, um acordo, no âmbito da OMC que previa, em termos gerais, a liberalização das trocas, muito favorável às economias subdesenvolvidas que viam as fronteiras dos países do Norte abertas às suas mercadorias. Do dizer ao fazer vai uma grande distância e oito anos depois o processo está muito atrasado. Ora, esta reunião serviu para trazer o assunto, muito reivindicado, para cima de mesa e tornamos a ouvir promessas, que não devem passar disso, de evitação de politicas proteccionistas, mas a verdade é que estas já começaram a ser tomadas...
Outros temas foram discutidos, tais como a falta de água potável a longo prazo, as mudanças climáticas ou a luta contra doenças como a malária.
Contudo, nem tudo correu bem neste Fórum, houve uma discussão acalorada entre os lideres da Turquia e Israel, o que vem provar que não há paz duradoura no Mundo, principalmente no que toca a questões delicadas como a vivida no Médio Oriente.

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